Fernando Pessoa by José Paulo Cavalcanti Filho

Fernando Pessoa by José Paulo Cavalcanti Filho

Author:José Paulo Cavalcanti Filho
Language: por
Format: epub
Publisher: Record
Published: 2010-12-31T16:00:00+00:00


Notas

325 Segundo alguns biógrafos, também concursos de palavras cruzadas. Algo, no caso, impossível; dado que, mesmo nascidas na Inglaterra desde 1762 (onde apareceram no London Magazine), o primeiro número dessas cruzadas seria publicado no Times só em 1935 — o ano da morte de Pessoa.

326 Assim serão indicados nomes, usados por Pessoa, que não chegam a ser heterônimos.

327 Mesmo título de jornal, em Lisboa, dirigido por Fernando de Souza (Nemo).

328 Traduzido para o português, canto.

329 Andrea Camilleri, hoje maior êxito editorial da Itália, é declaradamente um admirador de Pessoa. No romance La vampa d’agosto (algo como A chama de agosto) seu personagem, o Comissário Montalbano, gourmet e leitor refinado, faz inúmeras referências a Quaresma.

330 Os casos de monsieur Dupin, de Edgar Allan Poe, são um conjunto de três relatos: Os crimes da Rua Morgue (1841, considerada a primeira história de detetives — um gênero novo na literatura), O assassinato de Marie Roget (1842) e A carta roubada (1844). Monsieur Dupin inspirou Sherlock Holmes, de (Arthur) Conan Doyle.

331 Talvez referência a Charles Robert Richet, fisiologista e especialista em alergias, Prêmio Nobel de Medicina em 1913.

332 Há quatro Fernandos e nove Antônios (primeiro ou segundo nome), em português e em inglês, entre os heterônimos (ou afins) de Fernando Antônio Nogueira Pessoa.

333 Referência à frase de Cícero (106-43 a.C.), Cum dignitate otium (Lazer com honra), em P. Sextio XLV, indicando o ideal dos homens que se retiravam da vida pública romana.

334 É que a Península Ibérica foi ocupada por árabes (mouros) por mais de 500 anos.

335 A referência decorre de ter esse filho de Zeus com a divindade oriental Latona se convertido em deus obscuro de uma religião de mistérios. Lukeios (luz), mas também loxias (sombra). Sanguinário, Apolo dizimou exércitos com a peste. Cassandra, por não cumprir uma promessa, foi por ele assassinada. E até crianças matou, como dois netos de Laércio.

336 O texto lembra a “Ode triunfal”, de Álvaro de Campos: A maravilhosa beleza das corrupções políticas/ Deliciosos escândalos financeiros e diplomáticos.

337 Mantido, na transcrição, o erro gramatical de concordância (constante do texto original).

338 Variante era informe.

339 Pequeno poema.

340 Mais uma referência à Divina Comédia. Nas anotações que precedem o Canto XIV, uma imagem de pés de barro é por Dante nomeada Estátua do Tempo.

341 Alguns deuses antigos tinham “deusas tutelares”, como os filhos do deus egípcio Hórus: Ísis era a deusa tutelar de Imseti; Néftis, de Hapi; Neit, de Duamutef; e Serket, de Kebehsenuef. Sem registro de qual seria essa “deusa tutelar das coisas decadentes”. No caso, provavelmente, aproveitou Pessoa para criar a sua própria.

342 Supostamente, inglês misturado num texto em português. A expressão é também usada com Jean-Seul de Méluret (adiante se verá).

343 Eu vos excomungo.

344 Assim seja.

345 Rondeau (ou Rondó) é um estilo de poesia com 15 versos.

346 Terá sido só coincidência; mas Eça de Queiroz, nas suas viagens, usava cartão de visita em que constava Le Chevalier de Queiroz.

347 Referência, talvez, ao holandês Erasmo (Dèsiclerius Erasmus Roterodamus) de Roterdã (1469-1536), autor de O elogio da loucura.

348 Schoolmaster’s tale, em português seria algo como O conto do mestre-escola.



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